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domingo, 21 de outubro de 2012

quinta-feira, 7 de junho de 2012

James A Fitzpatrick - Picturesque Portugal, 1940

banda sonora - inglês
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Enviado por  em 20/06/2009
A James A Fitzpatrick travelogue about Portugal in 1940. To purchase a clean DVD or digital download of this film for personal home use or educational use only contact us at questions@archivesfarms.com. To license footage from this film for commercial use visit: www.travelfilmarchive.com

Introducing Portugal, 1956

banda sonora - inglês 
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Enviado por  em 11/11/2008
A film about Portugal made by NATO in 1956. To purchase a clean DVD or digital download of this film for personal home use or educational use contact us at questions@archivefarms.com. To license footage from this film for commercial use visit: www.travelfilmarchive.com

Manuel de Oliveira - Famalicão (1940)


banda sonora - português # locução - Vasco Santana
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Enviado por r1chybaker em 25/09/2011

É um documentário sobre a realidade de um sítio nos seus aspectos naturais, culturais que lhe são inerentes. Ao contrário de Douro ..., não é um documentário vanguarda, mas talvez seja uma outra forma de olhar do realizador que se deixa envolver de forma "ingénua" num enredo material, captando-o sem posterior tratamento, como aconteceu com Douro, Faina Fluvial. O trabalho de montagem é a voz "off" de Vasco Santana que lhe dá alguma ritimicidade. Aliás, Oliveira diz que foi feito «a pedido, e para manter o exercício».

***

Mini Filme - Documentário de Manoel de Oliveira interessantíssimo em vários aspectos.

Retrata uma sociedade em fase de desenvolvimento pré-industrial. O momento onde o mundo rural começa a fundir-se com a modernidade.

Impressiona ver Famalicão, uma região hoje densamente povoada e fortemente marcada pelo caos urbanístico, aparecer ainda com um ambiente natural / paisagístico que, hoje, só é possível encontrar no Parque Nacional e terras à volta.

De referir que apenas 70 anos, menos do que a vida média de uma pessoa, passaram entre o paraíso Natural de uma terra com todos os recursos e potenciais possíveis de imaginar, e uma actualidade onde já nada poderá reverter a destruição Natural, Patrimonial e Social.

Qual será o nosso futuro e o futuro das nossas terras tendo em conta o rumo actual da civilização?




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Sinopse:
Origens lendárias de Famalicão, centro de comunicação rodoviária e ferroviária entre várias localidades do Norte. As alegres e pitorescas ruas. Acontecimentos registados nos jornais da terra. Edifícios - Hospital da Misericórdia, Câmara Municipal, Monumento a Camilo Castelo Branco, em S. Miguel de Ceide. Trabalho nod campos. Igrejas. Os arredores românticos. Indústrias de fiação e tecidos, de botões e de relógios (única na Península). Aspectos típicos: vindimas, malhadas, feiras.

Observações

"Estes filmes ( "Hulha Branca", 1932, "Miramar, Praia das Rosas", "Já se Fabricam Automóveis em Portugal", 1938, "Famalicão", 1940) , são filmes menores do ponto de vista cinematográfico. Realizei-os durante as pausas. Nessa altura não estava a trabalhar e os amigos pediam-me para fazer filmes. Aceitava, procurava financiamentos mínimos e filmava. Para enganar o tempo... nada mais.

Quando realizei os meus primeiros documentários tinha, consciente ou inconscientemente, um desejo reprimido de ficção, tinha uma tendência para intervir, para pôr em cena, para fazer experimentações..."

Manoel de Oliveira

António Lopes Ribeiro - Inauguração do Estádio Nacional - 1944

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Banda sonora - português
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Enviado por  em 08/02/2012
Inauguração do Estádio Nacional por António Lopes Ribeiro




Estádio Nacional. No início era o Estád(i)o Novo

Por Rui Catalão, publicado em 17 Maio 2012 - 03:10 | Actualizado há 3 semanas 1 hora
Hoje é conhecido como a casa da final da Taça de Portugal. O i recupera o dia da inauguração do estádio, inspirado no modelo alemão dos Jogos de 1936




Os carros vêm às centenas e de todo o lado. A curiosidade é grande. Portugal tem, ao fim de anos e anos de espera, um estádio à imagem dos países desenvolvidos. Ao todo, 60 mil pessoas seguem até ao Jamor para assistir à inauguração do Estádio Nacional. É dia 10 de Junho de 1944, a festa da raça e de Camões. O público chega antes de António de Oliveira Salazar, que aparece às 17h00. É “o atleta número 1 naquela festa de campeões”, como se ouvirá mais tarde no documentário de António Lopes Ribeiro, o cineasta do regime. Pouco depois é a vez de Óscar Carmona, “o árbitro dos destinos da nação na competição da história.” Ambos são recebidos com o hino nacional e uma ovação do povo, enquanto são lançados morteiros e foguetes.
A festa está lançada. O palco serve de sublimação ao Estado Novo. Salazar queria-o desde que, por exemplo, viu o que a Alemanha fez com os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. Hitler mandara construir um estádio com 100 mil lugares, pronto a dar uma imagem perfeita da nação nazi. Duarte Pacheco, ministro das Obras Públicas e Comunicações, encarrega-se de pensar e comandar a criação de uma réplica do conceito alemão. Tanto assim que foram contratados Konrad Wiesner e Georg Gunder, dois arquitectos paisagistas alemães ligados às olimpíadas nazis.
Ora, pela porta da maratona entram 3600 filiados da Mocidade Portuguesa. São “3600 rapazes saudáveis e confiantes, esperança do hoje e garantia do amanhã português”, de acordo com o documentário. Desfilam pela pista, entram no relvado e fazem exercícios de ginástica enquanto a banda militar toca. “Todos nos lembramos de quando nos parecia impossível apresentar em Portugal semelhante espectáculo, quando olhávamos cheios de patriótico ciúme para as imagens dos grandes festivais ginásticos estrangeiros que o cinema trazia até nós; para os skols de Praga, para os alemães, para os finlandeses, para os americanos.” O cenário parece o que o Estádio Nacional vai receber mais de 50 anos mais tarde, quando os portugueses se juntarem neste relvado para formar o maior logótipo humano e a maior bandeira humana.
Entretanto é tempo para as competições de atletismo. Nos 100 metros, Alfredo Abrunhosa e Manuel Núncio dão a vitória ao Sporting. Os leões ganham também nos 800 metros, com João Jacinto a ser o mais rápido. Logo a seguir entram as raparigas da FNAT (Federação Nacional para a Alegria no Trabalho), a quem cabe mais um momento lúdico, com muita ginástica. No filme de Lopes Ribeiro repetem-se vezes a fio as ideias do Estado Novo. “Já não vivemos, graças a Deus, naquela época em que parecia mal às mulheres portuguesas cuidarem da higiene e da saúde do corpo, não se preparando convenientemente para a sua altíssima função.”
A parada prossegue com o desfile de praticantes de todas as modalidades: cavaleiros, pescadores de linha, caçadores, atiradores, tenistas, esgrimistas, remadores, velejadores, ciclistas, futebolistas, corredores, saltadores, lançadores de tudo e mais alguma coisa e até os atletas da academia coimbrã, cobertos pelas capas negras. É então que um atleta sobe ao púlpito para prestar homenagem aos chefes. Primeiro a Carmona – “sem vós, sem a continuidade da revolução, não teria sido possível o nosso ressurgimento, não teria sido possível, portanto, a construção do Estádio Nacional” – e depois a Salazar. “Devemos-te a esperança, devemos-te a paz, devemos-te o presente. Mas a partir de hoje a nossa dívida por vós é ainda maior. Devemos-te a certeza, devemos-te a alegria, devemos-te o futuro. Em nome de todos nós, em nome de todos aqueles que hão-de vir depois de nós, mais fortes e mais saudáveis, bem hajas, Salazar, por teres cumprido a tua promessa. Obrigado pelos séculos fora, obrigado para sempre.”
Só depois disto há espaço para o futebol. Sporting (campeão nacional) e Benfica (vencedor da Taça de Portugal) disputam dois troféus: a Taça Império (a Supertaça desta altura) e a Taça Estádio, criada pelo governo de Salazar. Nos leões, treinados por Joseph Szabo, vive-se a tragédia de António Marques, cuja mãe morre na véspera. Mesmo assim, e sem dormir, acaba por jogar, porque não há ninguém para substituí-lo.
O primeiro golo surge apenas na segunda parte, aos 60 minutos, por Peyroteo. O Sporting tem mais uma série de oportunidades para matar o jogo, mas não marca. Albano falha uma, falha outra e o Benfica empata, através de Espírito Santo, na sequência de um livre marcado por Albino. Ninguém desempata, por isso há prolongamento. Nessa meia hora, Peyroteo bisa e Eliseu faz o 3-1. O melhor que o Benfica consegue é um golo de Julinho para compor um pouco mais o resultado.


terça-feira, 29 de maio de 2012

Luis Buñuel - Terra sem Pão (Las Hurdes: Tierra Sin Pan) - 1933

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Enviado por  em 19/12/2011

Las Hurdes: Tierra Sin Pan (1933), (English language: Land Without Bread or Unpromised Land) is a 27-minute-long documentary film directed by Luis Buñuel and co-produced by Buñuel and Ramon Acin. The narration was written by Buñuel, Rafael Sanchez Ventura, and Pierre Unik, with cinematography by Eli Lotar.
The film focuses on the Las Hurdes region of Spain, the mountainous area around the town La Alberca, and the intense poverty of its occupants. Buñuel, who made the film after reading the ethnographic study Las Jurdes: étude de géographie humaine (1927) by Maurice Legendre, took a Surrealist approach to the notion of the anthropological expedition. The result was a travelogue in which the narrator’s extreme (indeed, exaggerated) descriptions of human misery of Las Hurdes contrasts with his flat and uninterested manner.
Buñuel claimed: "I was able to film Las Hurdes thanks to Ramon Acin, an anarchist from Huesca,...who one day at a cafe in Zaragoza told me, 'Luis, if I ever won the lottery, I would put up the money for you to make a film.' He won a hundred thousand pesetas...and gave me twenty thousand to make the film. With four thousand I bought a Fiat; Pierre Unik came, under contract from Vogue to write an article; and Eli Lotar arrived with a camera loaned by Marc Allegret." 
Although some film scholars describe it as a documentary, Land Without Bread is in fact, according to film studies scholar Jeffrey Ruoff, an early (some might say prescient) parody of the barely invented genre of documentary filmmaking 
The film was originally silent, though Buñuel himself narrated when it was first shown. A French narration by actor Abel Jacquin was added in Paris in 1935. Buñuel used extracts of Johannes Brahms' Symphony No. 4 for the music.
Buñuel slaughtered at least two animals to make Las Hurdes. One Hurdano claimed that he arranged for an ailing donkey to be covered with honey so he could film it being stung to death by bees. Similarly, his crew shot a mountain goat that subsequently fell from a cliff for another sequence 
The film was banned in Spain from 1933 to 1936.
There is a Spanish-language dubbed version spoken by Francisco Rabal.

One of the chief concerns of the ca. 8,000 present day inhabitants of Las Hurdes is to fight against the stigma issues affecting Las Hurdes. The resulting stereotype has affected their region at least since playwright Lope de Vega's 1663 comedy, Las Batuecas del Duque de Alba. Casting the region as an area of darkness, disease and ignorance was continued by other writers for centuries before Buñuel's film (Wikipedia)

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Paul Strand - Manhattan (1921)

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Enviado por  em 07/08/2007


Paul Strand-Manhatta(1921)

Manhatta documents the look of early-20th-century Manhattan. With the city as subject, the film consists of 65 shots sequenced in a loose non-narrative structure, beginning with a ferry approaching Manhattan and ending with a sunset view from a skyscraper. The primary objective of the film is to explore the relationship between photography and film; camera movement is kept to a minimum, as is incidental motion within each shot. Each frame provides a view of the city that has been carefully arranged into abstract compositions.

The film was an attempt to show the filmmakers' love for the city of New York. Manhatta was a collaboration between painter Charles Sheeler and photographer Paul Strand. The intertitles include excerpts from the writings of Walt Whitman. [edit]

Preservation status The film has been deemed "culturally significant" by the Library of Congress, selected for preservation in the United States National Film Registry, and was restored for the DVD set Unseen Cinema in October 2005. The film was completely restored in January 2009 by archivist Bruce Posner, working with film restoration company Lowry Digital 

Posner spent close to four years returning the film to its original glory.(Wikipedia)

António Reis - Jaime - 1974

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BANDA SONORA - PORTUGUÊS

 

Jaime (1974) de Antonio Reis e Margarida Cordeiro.

"Jaime Fernandes nasceu em 1900, na freguesia de Barco, Covilhã. Era trabalhador rural. Em 1.1.1938, com 38 anos, foi internado no Hospital Miguel Bombarda. Aí faleceu, em 27.3.1969, após 31 anos de internamento. Começou a desenhar já depois dos 60 anos. Grande parte da sua obra perdeu-se."

Realização, Som e Montagem: António Reis


aime (1974) é um filme documentário português de curta metragem de António Reis e Margarida Cordeiro que retrata a vida do doente mental Jaime Fernandes, internado no hospital psiquiátrico Miguel Bombarda, em Lisboa. Como experiência, é um dos filmes marcantes do Novo Cinema português no documentário. Estreiaem Lisboa no cinema Império a 2 de Maio de 1974  (Wikipedia)

Manuel de Oliveira - As Pinturas do Meu Irmão Júlio - 1965

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Enviado por  em 29/05/2011
Curta metragem de Manoel de Oliveira baseada num texto de José Régio.


"Sinopse: A nostalgia de um poeta - José Régio - ausente da terra natal, anima as imagens duma memória: as pinturas do seu irmão - Júlio dos Reis Pereira, também poeta Saul Dias - albergadas na velha casa onde nasceram. Assim desfilam em longa panorâmica, como na imaginação.



Observações: Textos e poemas da autoria de José Régio. Nunca teve estreia comercial.



"... nessa altura, pensei fazer um longuíssimo filme, repartido em pequenas secções, mas que podia ser visto todo inteiro. Era um filme com muitas horas, e a que eu chamaria "O Palco de Um Povo", onde seriam incluídos autos, passagens de romances portugueses, documentários sobre artistas, trechos literários dos escritores, etc,etc. Tudo isto se inseria num vasto programa.

Eu queria fazer muitos filmes ao mesmo tempo, mas depois verifiquei que isso era impossível. (...) foi para esse grande projecto que eu filmei As Pinturas do Meu Irmão Júlio como o Acto da Primavera fariam parte desse grande documentário...Como O Pão." Manoel de Oliveira



"Filme em torno de um universo pictural (do pintor Júlio, irmão de José Régio), este é o trabalho mais insólito de Manoel de Oliveira.

Jamais mostrando um quadro na sua globalidade, Oliveira faz a sua câmara mover-se no interior dos vários quadros, faz mover estes, faz-nos participantes de uml labirinto sem saída, labirinto que desemboca num nome (Júlio) e numa data (1928-1932), as chaves opacas de uma realidade.

Subterrâneo ou mágica caverna escura da transfiguração, "As Pinturas do Meu Irmão Júlio" possui uma vertigem de difícil definição, cria uma angústia cerrada (até porque, ao contrário de um quadro, este filme não tem a serena ou violenta delimitação de uma moldura -- e o rectângulo do écran não produz a mesma sensação psicológica, sobretudo se o que nele é projectado tem uma dinâmica de câmara e de montagem ininterrupta).

A adensar a angústia (a vontade de ver, de prender e de compreender do espectador) está a música de Carlos Paredes, improviso em guitarra portuguesa também ele interminável, impossível de agarrar, também ele veículo de um percurso às cegas (mas fascinante como um canto maldito) pelo mundo das sombras.

Trabalho pouco visto, "As Pinturas do Meu Irmão Júlio" é um daqueles filmes sem paralelo nem similitudes (próximo curiosamente de um underground experimental), um efémero cometa no vazio de um cinema português pouco dado a arrojos."

Jorge Leitão de Ramos, in Dicionário do Cinema Português 1962-1988, ed. Caminho, 1989 "



in amordeperdicao.pt



Título original: As Pinturas do Meu Irmão Júlio
Origem: Portugal
Duração: 16 min.
Realização: Manoel de Oliveira
Dir. Fotografia: Manoel de Oliveira
Dir. Som: Abreu e Oliveira
Música: Carlos Paredes
Produtor: Manoel de Oliveira
Exteriores: Vila do Conde
Lab. Imagem: Color Film Services
negativo:16 mm



Mais informações ver ainda:

Manuel de Oliveira - A Caça - 1963


banda sonora - português

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Enviado por  em 20/12/2011
A Caça
A trama desenvolve-se à volta de dois amigos que resolvem caçar sem espingardas.


Enquanto caminham conversam, só que um deles cai num buraco, numa zona pantanosa. O outro colega, aflito corre em busca de auxílio, trazendo atrás de si uma cadeia humana que tenta salvar a vítima, mas não se conseguem entender.

Este filme obteve uma Menção Especial do Júri da Federação Internacional de Cine-Clubes reunido em Toulon, que o considerou a melhor curta metragem.

"Em 1963, quando A Caça foi presente à Censura, o filme terminava com a morte de José. Os censores acharam esse final muito pessimista e colocaram a Oliveira o dilema: ou o filme não passava, ou Oliveira filmava mais um plano em que o rapaz, afinal, se salvava. E com esse happy end (afinal bem pouco happy) o filme foi visto entre 1963 e 1988. Por essa altura, e quando se organizou a Mostra de Cinema Português em Pesaro, propôs-se a Oliveira que refizesse a montagem, eliminando o plano espúrio. Oliveira fê-lo e a versão original (ou seja a versão conforme ao desejo de Oliveira) foi vista, pela primeira vez, em Pesaro, em 1988. Em Portugal, contudo, permaneceu inédita até Outubro de 1993, quando foi apresentada pela primeira vez na Cinemateca no Ciclo "Oliveira, o Culto e o Oculto".


Produção
RealizaçãoManoel de Oliveira
ArgumentoManoel de Oliveira
Elenco originalAntónio Rodrigues Sousa
João Rocha Almeida
Albino Freitas
Manuel de Sá
Idioma originalPortuguês
MúsicaJoly Braga Santos
Diretor de fotografiaManoel de Oliveira
DistribuiçãoFilmes Lusomundo
Lançamento20 de Janeiro de 1964

João Bénard da Costa
(retirado do site amordeperdicao-dot-pt)

No entanto, no livro "Contemporary Film Directors: Manoel de Oliveira", de Randal Johnson, diz que o próprio Manoel de Oliveira resolveu manter a cena imposta, embora seja apenas visível depois do genérico final. O autor, mesmo podendo apagar essa cena, resolveu absorvê-la.

Manuel de Oliveira - Douro, Faina Fluvial - 1931

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banda sonora - português




Enviado por  em 07/10/2011
Douro, Faina Fluvial (Manoel de Oliveira, 1931) - First movie

Um documentário de 20 minutos sobre a cidade do Porto e o seu eixo principal: o rio Douro. Um documentário que oscila entre uma corrente mais tradicionalista e uma corrente experimentalista que estava em voga nessa altura (1931). Assim, Oliveira procura uma estética sofisticada e rigorosa que não se fica por uma pontual observação da realidade social. Pelo contrário, ele quis e foi muito mais longe neste seu primeiro trabalho, experimentando uma outra forma de apresentar o real.
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Todos os elementos os homens, as máquinas, o curso do rio, estão judiciosamente colocados numa série dentro de um grandioso poema. A montagem busca complementar e encadear todos os elementos para que estes sejam distinguíveis dentro de um todo coerente. Assim, o rio que corta a cidade do Porto não está pensado como um elemento de separação, mas como um obstáculo que é necessário superar para restabelecer a comunicação.
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A estrutura do Douro.., deve-se muito a um cinema de vanguarda, como era o de Walter Ruttman, que teve bastante influência sobre este primeiro trabalho de Oliveira, através da sua obra "Berlim, Sinfonia de uma Capital." Para além de Ruttman, Dzigavertov e Jeanvigo, eram os mais vanguardistas na altura e Oliveira não lhes ficou atrás no seu primeiro trabalho.
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Douro, Faina Fluvial, provocou um verdadeiro impacto entre a crítica da época, devido à sua inteligentíssima e veloz montagem e à beleza da sua fotografia. Criticado pela crítica portuguesa e elogiado pela estrangeira no V CONGRESSO INTERNACIONAL DA CRÍTICA, Oliveira acabava de entrar desta forma no mundo do cinema.
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Este trabalho foi realizado com António Mendes, seu amigo, fotografo amador. Ambos demoraram aproximadamente 2 anos na recolha de imagens, porque só filmavam nos tempos livres (fins-de-semana).

Invicta Filmes a Morte de um Sonho (1998)

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Enviado por  em 28/01/2012
Visite o website:
http://excelentesfilmes.com

Ano: 1896
País: Portugal
Género: Documentário
Realizador: Aurélio da Paz dos Reis
Sinopse: "O filme mostra a saída do pessoal operário da fábrica Confiança, no Porto"


 


Enviado por  em 06/10/2011
A cidade do Porto, pioneira nas lides cinematográficas foi a primeira cidade onde se rodaram os primeiros filmes portuguêses e por um português. Aurélio da Paz dos Reis, comerciante portuense, foi quem rodou em 1896 motivos nacionais com o seu kinetógrafo.. Foi também nesta cidade que surgiram os primeiros estúdios cinematográficos e onde se rodou grande parte dos filmes mudos do nosso cinema.

Este documentário conta a história da Invicta.




Enviado por  em 19/01/2012
Filme realizado pela Invicta Filme, em 1914. Mostra o Ciclo do Vinho do Porto, na casa Andresen. Entre as curiosidades mostra a quinta Andresen, no Pinhão, provavelmente, os armazéns junto ao Rio Douro e ainda um percurso de comboio que parece ser filmado ao atravessar a Praia da Granja.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Walt Disney - Sinfonias Ingénuas (Silly Symphonies) - 1929 / 1939

Série algumas das de curtas metragens das Silly Symphonies em sucessão ininterrupta  Inclui também algumas longa-metragens autónomas.
No final uma relação completa de todas as curtas metragens das Silly Symphonies
illy Symphonies (shown on-screen as Silly Symphony) is a series of animated short subjects, 75 in total, produced by Walt Disney Productions from 1929 to 1939, while the studio was still located at Hyperion Avenue in the Silver Lake district of Los Angeles. Unlike the Mickey Mouse series, to which it is a sister series, Silly Symphonies did not usually feature continuing characters (an exception being the Three Little Pigs which had three sequels to their first cartoon) and as such were unique in their own way. Donald Duck got his start in a Silly Symphonies cartoon (The Wise Little Hen, 1934), and Pluto's first appearance without Mickey Mouse was also in a Silly Symphonies cartoon (Just Dogs, 1932). Characters such as Donald Duck were separated from the Silly Symphonies group to have their own cartoon series. .

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Filmography

#TitleRelease dateDirectorNotes
1The Skeleton DanceAugust 22, 1929Walt DisneyClips of this short have been featured in both Disney and non-Disney productions. The first Silly Symphony.
2El Terrible ToreadorSeptember 7, 1929Walt Disney
3SpringtimeOctober 24, 1929Ub IwerksSeen in One Hundred and One Dalmatians.
4Hell's BellsOctober 30, 1929Ub IwerksFeaturing Satan, the Grim Reaper, Cerberus, and various unnameddemons of Hell.
5The Merry DwarfsDecember 16, 1929Walt Disney
6SummerJanuary 6, 1930Ub Iwerks
7AutumnFebruary 13, 1930Ub Iwerks
8Cannibal CapersMarch 13, 1930Burt Gillett
9Frolicking FishMay 8, 1930Burt GillettThe first cartoon that introduced continuous movements or ’overlapping action’ in animation, instead of the old stop-and-go movements.
10Arctic AnticsJune 5, 1930Ub Iwerks
11Midnight in a Toy ShopJuly 3, 1930Wilfred Jackson
12NightJuly 31, 1930Walt Disney
13Monkey MelodiesAugust 10, 1930Burt Gillett
14WinterNovember 5, 1930Burt Gillett
15Playful PanDecember 28, 1930Burt GillettFeaturing Pan
16Birds of a FeatherFebruary 10, 1931Burton Gillett
17Mother Goose MelodiesApril 17, 1931Burton GillettFeaturing among others Humpty Dumpty, Jack and Jill, Little Bo Peep, Little Boy Blue, Little Jack Horner, Mother Goose, Old King Cole, and Simple Simon.
18The China PlateMay 25, 1931Wilfred JacksonA creative retelling of the Willoware legend.
19The Busy BeaversJune 22, 1931Burton Gillett
20The Cat's OutJuly 28, 1931Wilfred Jackson
21Egyptian MelodiesAugust 21, 1931Wilfred Jackson
22The Clock StoreSeptember 30, 1931Wilfred Jackson
23The Spider and the FlyOctober 16, 1931Wilfred Jackson
24The Fox HuntNovember 18, 1931Wilfred JacksonRemade in 1938 as a Donald duck and Goofy cartoon.
25The Ugly DucklingDecember 16, 1931Wilfred JacksonBased on a story by Hans Christian Andersen. Featuring Clarabelle Cow. A much more comprehensive, colorized version would be made in 1939.
26The Bird StoreJanuary 16, 1932Wilfred Jackson
27The Bears and the BeesJuly 2, 1932Wilfred Jackson
28Just DogsJuly 16, 1932Burton GillettFeaturing the first starring role of Pluto (Mickey Mouse does not appear).
29Flowers and TreesJuly 30, 1932Burton GillettFirst cartoon produced in full-color three-strip Technicolor. Academy Award for Best Animated Short Film. First Disney cartoon in color.
30King NeptuneSeptember 10, 1932Burton GillettFeaturing Neptune (mythology) as the "King of the Sea".
31Bugs in LoveOctober 1, 1932Burton GillettLast Silly Symphony shot in black-and-white.
32Babes in the WoodsNovember 19, 1932Burton GillettFeaturing Hansel and Gretel.
33Santa's WorkshopDecember 3, 1932Wilfred JacksonFeaturing Santa Claus.
34Birds in the SpringMarch 11, 1933David Hand
35Father Noah's ArkApril 8, 1933Wilfred JacksonFeaturing Noah, Ham, Japheth, Shem and their respective wives, as well as a cavalcade of animals. The "building the ark" music is an adaptation ofBeethoven's Contradanse in C Major, WoO 14 No. 1.
36Three Little PigsMay 27, 1933Burton GillettFeaturing the namesake characters and the Big Bad Wolf. Academy Award for Best Animated Short Film.
37Old King ColeJuly 29, 1933David HandFeaturing the namesake character along with various nursery rhymecharacters.
38Lullaby LandAugust 19, 1933Wilfred JacksonFeaturing The Sandman.
39The Pied PiperSeptember 16, 1933Wilfred JacksonAn adaptation of The Pied Piper of Hamelin.
40The Night Before ChristmasDecember 2, 1933Wilfred Jackson
41The China ShopJanuary 13, 1934Wilfred Jackson
42The Grasshopper and the AntsFebruary 10, 1934Wilfred JacksonBased on a fable by Aesop. Pinto Colvig (Goofy) provides the voice for the grasshopper.
43Funny Little BunniesMarch 24, 1934Wilfred JacksonFeaturing the Easter Bunnies.
44The Big Bad WolfApril 14, 1934Burton GillettFeaturing the title character along with the Three Little Pigs and Little Red Riding Hood.
45The Wise Little HenJune 9, 1934Wilfred JacksonFeaturing the debut of Donald Duck
46The Flying MouseJuly 14, 1934David Hand
47Peculiar PenguinsSeptember 1, 1934Wilfred Jackson
48The Goddess of SpringNovember 3, 1934Wilfred JacksonFeaturing Persephone and a version of her uncle-husband Hades/Pluto, identified here with Satan. The Disney animators' first attempt to create visually realistic human characters.
49The Tortoise and the HareJanuary 5, 1935Wilfred JacksonFeaturing Max Hare and Toby Tortoise. Academy Award for Best Animated Short Film.
50The Golden TouchMarch 22, 1935Walt DisneyFeaturing Midas and Goldie the elf
51The Robber KittenApril 13, 1935David Hand
52Water BabiesMay 11, 1935Wilfred Jackson
53The Cookie CarnivalMay 25, 1935Ben SharpsteenA homage to the Atlantic City boardwalk parade and bathing beauty contest (what eventually became the Miss America pageant) of the 1920s and 30s. Pinto Colvig (Goofy) provides the voice for the gingerbread man.
54Who Killed Cock Robin?June 26, 1935David HandIncludes caricatures of Mae West (Jenny Wren), Bing Crosby (Cock Robin),Harpo Marx (the cuckoo), and Steppin Fetchit (the blackbird).
55Music LandOctober 5, 1935Wilfred Jackson
56Three Orphan KittensOctober 26, 1935David HandAcademy Award for Best Animated Short Film.
57Cock o' the WalkNovember 30, 1935Ben Sharpsteen
58Broken ToysDecember 14, 1935Ben Sharpsteen
59Elmer ElephantMarch 28, 1936Wilfred Jackson
60Three Little WolvesApril 18, 1936David HandFeaturing the title characters along with their father the Big Bad Wolf and his rivals the Three Little Pigs.
61Toby Tortoise ReturnsAugust 22, 1936Wilfred JacksonFeaturing Max Hare and Toby Tortoise. It is a sequel to The Tortoise and the Hare.
62Three Blind MouseketeersSeptember 26, 1936David Hand
63The Country CousinOctober 31, 1936David HandAcademy Award for Best Animated Short Film.
64Mother PlutoNovember 14, 1936David HandFeaturing Pluto mothering a number of newly hatched chicks.
65More KittensDecember 19, 1936David Hand,
Wilfred Jackson
66Woodland CaféMarch 13, 1937Wilfred JacksonContains animator Ward Kimball's first animating assignment.
67Little HiawathaMay 15, 1937David HandThe last Silly Symphony distributed by United Artists.
68The Old MillNovember 5, 1937Wilfred JacksonDisney's first use of the multiplane camera and the first Silly Symphony distributed by RKO Radio Pictures. Academy Award for Best Animated Short Film.
69Moth and the FlameApril 1, 1938Burton Gillett
70Wynken, Blynken and NodMay 27, 1938Graham Heid
71Farmyard SymphonyOctober 14, 1938Jack Cutting
72MerbabiesDecember 9, 1938Rudolf Ising,
Vernon Stallings
Outsourced to Harman and Ising after the studio donated inkers and painters to the Disney studio to complete Snow White.
73Mother Goose Goes HollywoodDecember 23, 1938Wilfred JacksonFeaturing Joker, Wax-man, Donald Duck, Bo Sheep and Lamby.
74The Practical PigFebruary 24, 1939Dick RickardFeaturing the Three Little Pigs, the Big Bad Wolf and the Three Little Wolves. This is in a Three Little Pigs Cartoon first appearance.
75The Ugly DucklingApril 7, 1939Jack CuttingAnother cartoon version of the classical story, first animated in 1931, and the only Silly Symphony story to be made twice. This is in a Walt Disney Special Cartoon. Academy Award for Best Animated Short Film. The Last Silly Symphony cartoon produced and distributed by RKO Radio Picturesand in terms of production order.


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