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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Mack Sennett - O Idílio Destruído de Tillie - (Tillie's Punctured Romance) (1914)




Enviado por  em 26/09/2010
Charlie convinces wealthy farmer's daughter Tillie to elope with him. They run away, Tillie gets drunk and lands in jail. Charlie runs off with Tillie's father's money and his old girlfriend Mabel. When Charlie reads that Tillie has inherited the estate of her multi-millionaire uncle, he dumps Mabel and talks Tillie into moving into her uncle's villa, while Mabel arranges to become his maid. The uncle, who has not died, summons the police.



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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador" (1940)



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Ícone de canal 

Panter4
2 de Julho de 2009

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Trecho do filme "O grande ditador" (The great dictator), 1940 de Charles Chaplin com legendas em português. Para os que se interessarem em fazer suas próprias legendas, os programas usados foram:
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Media Subtitler (DivxLand) - criar e editar legendas VirtualDub - para embutir legendas 


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Charlie Chaplin - O discurso final do filme "O Grande Ditador"
"Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo - não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

A aviação e o rádio nos aproximou. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem, um apelo à fraternidade universal, a união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora. Milhões de desesperados: homens, mulheres, criancinhas, vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que podem me ouvir eu digo: não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia, da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.

Soldados! Não vos entregueis a esses brutais, que vos desprezam, que vos escravizam, que arregimentam vossas vidas, que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos. Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão. Não sois máquina. Homens é que sois. E com o amor da humanidade em vossas almas. Não odieis. Só odeiam os que não se fazem amar, os que não se fazem amar e os inumanos.

Soldados! Não batalheis pela escravidão. Lutai pela liberdade. No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o reino de Deus está dentro do homem - não de um só homem ou grupo de homens, mas de todos os homens. Está em vós. Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas; o poder de criar felicidade. Vós o povo tendes o poder de tornar esta vida livre e bela, de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto - em nome da democracia - usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.

É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam. Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão. Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e a prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos.

Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos. Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam. Estamos saindo da treva para a luz. Vamos entrando num mundo novo - um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergue os olhos, Hannah. A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah. Ergue os olhos."

sábado, 12 de maio de 2012

Charlie Chaplin - Luzes da Cidade (City Lights) -1931 (Restaurado)


Enviado por  em 26/02/2012
Nenhuma descrição disponível.
Enviado por  em 04/08/2011
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Реставрация: Красный кофе

A tramp falls in love with a beautiful blind girl. Her family is in financial trouble. The tramp's on-and-off friendship with a wealthy man allows him to be the girl's benefactor and suitor.

This movie use for nonprofit educational purposes.



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Charlie Chaplin - O Circo (The Circus) - 1928



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El circo (The circus) es una película estadounidense cómica de 1928, dirigida, producida y protagonizada por Charles Chaplin. Gracias a ella, Chaplin ganó un Óscar en 1928.1 Es protagonizada por Al Ernest Garcia, Merna Kennedy, Harry Crocker, George Davis y Henry Bergman.

La película muestra al personaje Charlot de Charles Chaplin siendo perseguido por un oficial de policía, tras haber sido confundido con un carterista. Al correr hacia la carpa principal de un circo en un intento de escapar la ley, los dueños allí confunden su huida como parte de un acto. Como reconocen los beneficios potenciales, Charlot es contratado en el circo, aunque pronto es evidente que no puede ser divertido a propósito, sino solamente de manera espontánea.

En cada función, a causa de su torpeza, desencadena la hilaridad del público y se convierte en la estrella del espectáculo. Charlot se enamora de la bella Merna, hija del director del circo, pero ella prefiere a Rex, el funámbulo. Charlot sabrá aceptar esta decisión y provocar su unión antes de abandonar el circo.

he Circus is a 1928 silent film written and directed by Charlie Chaplin with Joseph Plunkett as an uncredited writer. The film stars Chaplin, Al Ernest Garcia, Merna Kennedy, Harry Crocker, George Davis and Henry Bergman. The ringmaster of an impoverished circus hires Chaplin's Little Tramp as a clown, but discovers that he can only be funny unintentionally, not on purpose.

At a circus midway, the penniless and hungry Tramp (Chaplin) is mistaken for a pickpocket and chased by both the police and the real crook (the latter having stashed a stolen wallet and watch in the Tramp's pocket to avoid detection). Running away, the Tramp stumbles into the middle of a performance and unknowingly becomes the hit of the show.

The ringmaster/proprietor of the struggling circus gives him a tryout the next day, but the Tramp fails miserably. However, when the property men quit because they have not been paid, he gets hired on the spot to take their place. Once again, he inadvertently creates comic mayhem during a show. The ringmaster craftily hires him as a poorly paid property man.

PUBLIC DOMAIN MOVIE